Raríssimas. Frequentíssimas. Tecnoforma.

O que sucedeu na Raríssimas, a promiscuidade entre poder político e as instituições ligadas ao sector da economia social, infelizmente não é raro; é a expressão de uma doença grave que afeta a sociedade e instituições da República.

O novo regime criou condições para que os partidos da governança se apropriem através da sua militância e de clientelas de posições nos vários aparelhos do poder central, regional, local e se promovam em instituições que prosperam com subsídios governamentais, apoderando-se, nalguns casos, de bens que são da comunidade.

Além disso, os subsídios provenientes da CEE e agora União Europeia são também objeto de predadores especializados em abocanhá-los e fazerem-nos seus, montantes cujo fim era servirem projetos de desenvolvimento do país.

(Continuar a ler no Público Online)

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