O auto- adulador Donald Trump, Presidente dos EUA, na comemoração dos 250 anos dos EUA, à falta do melhor, resolveu fazer um discurso do tipo dos vendedores das feiras que faziam dos seus produtos os melhores, sem qualquer comparação, em todas as feiras em redor.
Face à grandeza de Trump, a sua performance discursiva destinava-se ao planeta e ao sistema solar, onde os habitantes de Marte não dormiram para o ouvir. E não defraudou as expectativas.
Em 21 de fevereiro de 1848 Marx e Engels, no Manifesto Comunista, anunciavam que um espetro varria o mundo, o espetro do comunismo.
Em 4 de julho de 2026, depois do Fim da História, muito boa gente pensava que o comunismo estava morto.
Trump acordou o mundo estadunidense para o seu perigo tal modo que assumiu que não quer comunistas nos EUA. De seguida, proclamou que irá mudar as leis eleitorais para assegurar o êxito de conjurar o espetro.
O medo do comunismo de Trump será assim tão real ou não passa de agitação e propaganda?
Na verdade, uma coisa é certa, sem ser convidado, o comunismo esteve bem presente nas comemorações dos 250 anos da fundação dos EUA. Quem diria…as certidões de óbito são pouco rigorosas. Marx e Engels devem sorrir, assistindo à ressurreição do espetro. Afinal na capital do capital, o chefe de fila dos bilionários anda preocupada com o que “não funciona”. Imaginem se funcionar.