Banif – Os Mesmos de Sempre a pagar o Desvario

Quem bem reparar não poderá dizer que Cavaco Silva não levante a sua voz para defender o sistema bancário em contraponto com a melhoria das condições de vida dos portugueses.

O sistema bancário entregue a alguns banqueiros sem um pingo de dignidade, vivendo muito acima das suas possibilidades, reclamando sempre sacrifícios para a maioria e maiores benesses do Estado, merece permanentemente do Prof. Cavaco Silva os maiores encómios e avisos para que as autoridades governamentais atuem com todo o cuidado para não os assustar. Ainda na semana passada no distrito de Aveiro Cavaco benzeu o sistema bancário.

Que ninguém  esqueça o terrorismo político de Passos e Portas contra os portugueses esmifrando-os para entregar parte dos seus rendimentos ao sistema bancário, punindo-os com cortes e mais cortes, até nos feriados, com ataques ao SNS, à Escola Pública, à Justiça, a tudo que é a base do Estado Social.

BPN, BES, Millennium e agora o BANIF rebentariam pelas costuras devido à gestão absolutamente irresponsável dos seus “notáveis gestores” que de negociata em negociata contribuíram substancialmente também para arruinar a economia nacional.

Há poucos dias em uníssono com Cavaco, Luís Amaral, Presidente do Conselho de Administração do BANIF alertava para o perigo de não prosseguir a política de empobrecimento, e reclamava contra aumentos…

O despautério de quem, em nome da iniciativa privada, quer viver à custa dos portugueses passando-lhes a conta do desvario.

Entretanto os homens certos estão nos lugares certos e Carlos Costa continua a fazer de conta que supervisiona…

Os bancos serão demasiado grandes para rebentar e os portugueses, com rendimentos tão pequenos, poderão aceitar terem de ser sempre eles a pagar os desmandos dos bancos?

No fundo, bem no fundo o problema é simples: os bancos foram feitos para quê? Para fazerem o que quiserem, como donos disto, que o Estado (que abominam) virá em seu socorro impondo aos cidadãos o pagamento dos desmandos dos banqueiros?

Os bancos fazem falta, sem dúvida, mas para promoverem o crescimento da economia ao contrário do que está a suceder.

Passos, Portas, M. Luís e tutti quanti deixaram o Banif apodrecer para não levantar ondas cá e em Bruxelas. Os fundamentalistas do rigor estão cada vez mais desmascarados: o rigor era só para a população; para os banqueiros chorudos fundos pagos por todos os portugueses. A bem da santa banca.

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