O homem que pensa ser o dono do mundo e que só conhece a força, a perfídia e os negócios como forma de se relacionar na comunidade internacional, deu ao Irão 48 horas, logo seguidas de 120 para abrir o Estreito de Ormuz.
O cavalheiro que cercou e bloqueou Venezuela e Cuba, não deixando passar navios para aqueles países, exige agora aos governantes iranianos que abram o Estreito, fechado para barcos que o Irão considera inimigos pelo facto de apoiarem a brutal agressão a este país.
Que o novo Calígula de Mar-a-Largo assim proceda faz parte da sua natureza impiedosa e arrogante. Contudo, espanta que os dirigentes da UE, que nem sequer foram informados do ataque conjunto com Israel, incluindo os governantes portugueses e que apoiaram as ações do novo Imperador no cerco e bloqueio àqueles países, respaldem agora o ultimato pífio do Presidente do país que utiliza qualificativos para os europeus nada abonatórios como por exemplo, entre outros, covardes.
Os eurocratas não têm alma, se entendermos por alma aquilo que nos distingue de outras espécies, a integridade, a honradez, a lisura e a equidade.
Os dirigentes de Bruxelas, mulheres e homens, assemelham-se a seres sem alma, perdida há muito nas contas da vidinha. Há um tal Mark Rutte que já nem o Diabo lhe quer a alma porque almas vazias no Inferno não têm lugar; vogam eternamente à espera de um dono que lhe dê ordens como a do caixeiro-viajante que todos os dias envia graxa para o patrão.
É arrepiante que os dirigentes da UE sejam tratados como capachos pelo Rei de Washington e depois lhe batam com o rabo nas pernas, como prova de bom comportamento. A hipocrisia já dava para encher um grande rio de vergonha.
Nem mais! Subscrevo e sinto vergonha alheia. ab ________________________________
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