A senhora deve ter acordado este fim de semana a sonhar com navios de guerra e assumindo-se como intrépida defensora da nova Cruzada petrolífera contra os sarracenos xiitas iranianos respondeu ao apelo do Rei de Washington propondo que os barcos de guerra no Mar Vermelho vão desbloquear o Estreito de Ormuz, bem conhecido dos navegantes portugueses, por acaso.
Os iranianos ficaram perplexos porque uma coisa é lutar com o Grande Satã, outra é lutar com a poderosa Armada Invencível da União Europeia que nunca foi derrotada até hoje, dado nunca ter existido e, portanto, nunca entrou em guerra. Talvez a senhora tenha criado às escondidas esta nova Frota lá no alto do Báltico para substituir as mais belas e poderosas armas do novo Rei de Washington, pensou a esmagada/obliterada Marinha iraniana.
Não se sabe como isto vai acabar, mas com uma General desta estirpe, a caminho de Ormuz, vai terminar muito bem. Seguramente. Há quem diga que ela leva a chave do Estreito.
A UE tem uma chefe da política externa que ultrapassa todos limites de coragem e temeridade. Ela é na verdade um exemplo acabado do mundo virtual onde vivem a maioria dos dirigentes eurocratas de Bruxelas. Que todos os Deuses tenham piedade.