Marcelo é um caso único desde que a Humanidade conheceu os embriões dos futuros Estados. Seja nas Ilhas Samoa, Tonga, Belize, Barbados, Trinidad e Tobago, seja onde seja, é ponto assente que se ele lá for, alguém lhe sairá ao caminho para o beijar, tal e qual como o fazem as velhinhas da Baixa da Banheira ou dos Canhestros ou da freguesia que ainda não existe.
Já muito Presidente, Rei, Rainha tinha ido a Kiev, certo, só que …Cale-se de Alexandro e de Trajano
A fama das vitórias que tiveram; Que eu canto o peito ilustre Lusitano… E empunhando o Lusíadas El- Rei dom Marcelo foi de imediato abordado por uma velhinha que lhe espetou três beijos ortodoxos que o deixaram desesperadamente de rastos.
O que houvera sido combinado, era outra coisa mais parecida com a ginjinha no dia primeiro de janeiro no Barreiro. Estávamos à distância de um míssil cruzeiro e não fosse algum russo tecê-las, a ordem foi para evacuar e o Presidente, preocupado com a Lei da Habitação coerciva, responsabilizou os russos pelo sucedido, como é óbvio; tanto mais quanto Putin fornece a casa de António Costa por ocasião do Natal de vodka a fim de contrariar a influência do PCP na ginjinha do Barreiro.
Dom Marcelo, sempre bem acompanhado, incluindo pelo homem que há de dar ordem ao polícia que irá prender Putin, seguiu para o teatro de operações e entrou de fato e gravata azul clara (para os russos não o verem) nas trincheiras de Moschun.
Dizem extasiados os jornalistas que desde Nabucodonosor nenhum Presidente/Rei ou similar tinha entrado numa trincheira; só Alexandre o Magno fizera algo parecido pelo seu amante atingido por um inimigo.
Tal bravura deixou os comandantes militares ucranianos em alerta, imaginando que esse facto podia querer significar que Celito viesse a tirar o lugar a Stoltenberg, o Secretário-Geral da NATO. Os Serviços de Segurança ucranianos pediram satisfações à CIA e zero de resposta.
As fontes bielorrusas já informaram Lukashenko do sucedido. Este ligou a Putin que lhe respondeu: não te preocupes, são coisas para safar o Montenegro. Lukashenko, admirado, questionou-o se ia invadir aquele país. Putin sorriu e exclamou:
– Há uma grande diferença entre um país e o Luís, dorme descansado.
Rir é o melhor remédio e não há dúvida que o Celito é um grand’a ponto!
Travesso, certamente, mas sem isso onde estava a piada do nosso PR?
Quando for a Montenegro leva o Luís?
Pobre Luís.
Que haja mais episódios!
António Melo
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Que paga estas viagens? Há algum orçamento rectificativo ? A dívida pública tem as costas largas? O hiperactivismo do homem deixou há muito de ter piada.
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Quem paga?
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Correcção ao meu comentário. Quem paga estas andanças do PR? E para que servem?
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